Sobre · Kit de imprensa

Kit de imprensa

O professor de tecnologia que não quer que a tecnologia pense por você.

Carlos Diego é doutor em Computação, professor universitário e empreendedor. Trabalha com tecnologia há mais de 20 anos e fala de inteligência artificial, educação, trabalho e carreira para quem não vive de tecnologia.

Textos e imagens de uso livre para fins editoriais e de divulgação, com crédito. Para entrevistas, veja o contato.

Carlos Diego Cavalcanti Pereira sentado, de camiseta preta, em ambiente de escritório
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As conversas que ele propõe

Carlos Diego trabalha com inteligência artificial e, justamente por isso, questiona a forma como ela está sendo adotada. Fala menos de ferramenta e mais do que a tecnologia muda na faculdade, no emprego, na empresa e no dia a dia.

IA + educação

Estamos ensinando jovens a usar IA antes de ensiná-los a pensar?

Doutor em Computação e professor, defende limites para o uso de IA por alunos.

  • Precisamos de zonas livres de IA na educação?
  • O aluno que terceiriza o raciocínio para a IA está realmente aprendendo?
  • A geração ChatGPT está desaprendendo a errar?
  • Faculdade ainda faz sentido na era da inteligência artificial?
IA + negócios

Sua empresa provavelmente não precisa de tanta IA quanto imagina.

Como empresário do setor, fala dos erros da corrida para parecer inovador.

  • Antes de contratar IA, arrume seus dados
  • IA não salva empresa desorganizada
  • Por que há empresas colocando IA onde uma planilha resolveria?
  • O que acontece quando terceirizamos decisões para algoritmos?
Tecnologia + vida real

Estamos usando IA para economizar tempo. Mas fazendo o quê com o tempo economizado?

Tecnologia para quem não vive de tecnologia.

  • É preciso entender de tecnologia para continuar empregável?
  • Seu primeiro emprego pode desaparecer por causa da IA?
  • Programar ainda vale a pena para quem começa a carreira agora?
  • Precisamos mesmo ser produtivos o tempo inteiro?
Formação + carreira

O problema não é a IA roubar seu emprego. É sair da faculdade sem saber resolver problemas.

A experiência de professor sobre o abismo entre a faculdade e o mercado.

  • Se a IA faz o trabalho da faculdade por você, quem está se formando?
  • O que estudar para não competir com uma IA
  • Você não precisa ser um sucesso aos 25
  • Curiosidade, perguntas e fundamentos: o que continua valendo

FormatosEntrevistas, comentários sobre o noticiário, artigos de opinião, podcasts, videocasts, rádio, debates e palestras.

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O que ele pensa

Dez posições de Carlos Diego sobre tecnologia, trabalho e educação. Podem ser atribuídas a ele.

  1. 01
    Inteligência artificial na educação

    A escola precisa criar espaços onde a inteligência artificial não entre.

    A IA pode ampliar a aprendizagem, mas não deve eliminar o esforço intelectual. Escolas e universidades precisam preservar exercícios, debates e avaliações em que os estudantes desenvolvam raciocínio próprio. Aprender não é apenas encontrar a resposta correta, mas compreender como chegar até ela.

  2. 02
    O futuro das profissões

    O maior risco não é a IA substituir profissionais, mas tornar insuficientes as competências que eles possuem hoje.

    O mercado de trabalho não será transformado de maneira uniforme. Algumas tarefas serão automatizadas, outras ganharão complexidade. O diferencial profissional estará cada vez mais na capacidade de resolver problemas, tomar decisões e compreender contextos que ultrapassam as respostas geradas por sistemas.

  3. 03
    Programação e desenvolvimento de software

    A IA está tornando mais fácil escrever código, mas não está tornando mais simples construir bons sistemas.

    Gerar código é apenas uma etapa do desenvolvimento. Projetar arquiteturas, garantir segurança, lidar com sistemas distribuídos e compreender necessidades reais continuam exigindo conhecimento técnico. A facilidade de produzir software não pode ser confundida com a capacidade de desenvolver tecnologia confiável.

  4. 04
    Produtividade nas empresas

    Nem toda eficiência representa evolução.

    A adoção de IA não deve ser medida pela quantidade de tarefas automatizadas ou pelo tempo economizado. Uma empresa pode produzir mais relatórios, conteúdos e análises sem tomar decisões melhores. Produtividade precisa significar geração de valor, não apenas aumento da velocidade.

  5. 05
    Transformação digital

    Empresas não fracassam na transformação digital apenas por limitações tecnológicas. Muitas fracassam porque tentam modernizar ferramentas sem mudar processos.

    Migrar para a nuvem, contratar plataformas ou implementar IA não resolve problemas estruturais de gestão. A transformação começa pela compreensão do negócio e pela revisão dos processos. Tecnologia aplicada a uma operação desorganizada pode simplesmente ampliar suas ineficiências.

  6. 06
    Big techs e soberania tecnológica

    A dependência tecnológica pode se tornar um risco estratégico maior do que a falta de acesso às tecnologias mais avançadas.

    A concentração de infraestrutura, capacidade computacional e serviços digitais em poucos fornecedores exige atenção. Empresas e governos precisam discutir interoperabilidade, portabilidade e autonomia. A questão não é abandonar grandes plataformas, mas evitar que decisões essenciais fiquem condicionadas a um único fornecedor.

  7. 07
    Empreendedorismo e startups

    O mercado não precisa de mais startups que usam IA. Precisa de empresas que resolvam problemas reais.

    Incorporar inteligência artificial a um produto não constitui, isoladamente, uma inovação relevante. Negócios sustentáveis dependem de problemas bem identificados, execução consistente e resultados mensuráveis. O entusiasmo tecnológico não substitui uma proposta de valor.

  8. 08
    Privacidade e dados

    A inteligência artificial está tornando mais fácil compartilhar informações do que compreender o que acontece com elas.

    A naturalidade das interações com sistemas de IA pode levar pessoas e empresas a inserir dados sensíveis sem avaliar os riscos. A discussão sobre privacidade precisa ultrapassar os termos de uso e alcançar a governança dos dados, a transparência e a responsabilidade de quem desenvolve e utiliza essas soluções.

  9. 09
    O hype da inteligência artificial

    O medo de ficar para trás está levando empresas a adotar tecnologias antes de entender por que precisam delas.

    A pressão por inovação pode transformar a implementação de IA numa decisão de marketing, e não de estratégia. Experimentar é necessário, mas nem toda aplicação justifica o investimento. Maturidade tecnológica também significa reconhecer quando uma solução convencional é mais adequada.

  10. 10
    O futuro da educação superior

    A inteligência artificial não vai acabar com a universidade, mas pode tornar obsoleta a forma como algumas instituições ensinam e avaliam.

    Se uma ferramenta consegue executar integralmente as atividades propostas aos estudantes, é necessário questionar o que essas atividades realmente avaliam. O ensino superior precisa valorizar investigação, argumentação, pensamento científico e aplicação prática do conhecimento, em vez de depender exclusivamente da reprodução de conteúdos.

Frases para citação

Deveríamos ser estimulados desde cedo a abraçar o criticismo e a mudar diante de novas evidências.

Carlos Diego

Sucesso não é um ponto de chegada, é um processo sustentado no tempo. Nasce da curiosidade, disciplina e humildade intelectual.

Carlos Diego
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Biografias

Quatro versões do mesmo texto, para cada espaço. Podem ser usadas como estão ou editadas para caber no veículo.

Em uma linha29 palavras

Carlos Diego é doutor em Computação, professor universitário e empreendedor: leciona na CESAR School, é Visiting Fellow no Massachusetts Institute of Technology (MIT) e fundador e CEO da Valcann.

Curta65 palavras

Carlos Diego Cavalcanti Pereira é doutor em Computação, professor universitário e empreendedor. Trabalha com tecnologia há mais de 20 anos e defende que a inteligência artificial amplie a capacidade de pensar das pessoas, e não a substitua, sobretudo na educação. É professor na CESAR School, Visiting Fellow no Massachusetts Institute of Technology (MIT) e fundador e CEO da Valcann, empresa de nuvem, dados e IA.

Média136 palavras

Carlos Diego Cavalcanti Pereira é doutor em Computação, professor universitário e empreendedor. Trabalha com tecnologia há mais de 20 anos, desenvolve soluções com inteligência artificial e, justamente por isso, defende limites para o seu uso: na educação, a IA deve ampliar o aprendizado, e não eliminar o esforço de quem aprende; nas empresas, eficiência só vale quando gera valor.

É professor na CESAR School, na graduação em Ciência da Computação e no mestrado e doutorado em Engenharia de Software, onde fez, em 2023, a primeira defesa de doutorado em Engenharia de Software do Brasil. É Visiting Fellow no Massachusetts Institute of Technology (MIT), onde pesquisa dados e inteligência artificial confiável, e fundador e CEO da Valcann, empresa de nuvem, dados e IA nascida no Porto Digital, no Recife, e incorporada em 2023 pela EPI-USE (Group Elephant).

Longa262 palavras

Carlos Diego Cavalcanti Pereira é doutor em Computação, professor universitário e empreendedor. Nasceu no Nordeste e construiu boa parte da vida entre Olinda e Recife, em Pernambuco. O interesse por tecnologia começou na infância, diante do computador de um amigo, e virou um percurso completo: formação técnica, graduação, mestrado e doutorado.

Trabalha com tecnologia há mais de 20 anos e desenvolve soluções com inteligência artificial. Justamente por conhecer o potencial da IA, defende que ela seja usada com critério: na educação, para ampliar o aprendizado sem eliminar o esforço de quem aprende; nas empresas, para gerar valor, e não apenas velocidade. Sua pergunta é menos sobre o que a tecnologia faz e mais sobre o que ela muda na faculdade, no emprego e na vida de quem não vive de tecnologia.

Começou como programador em 2004 e liderou áreas de tecnologia na indústria e no terceiro setor, na Fiabesa e na World Vision, antes de fundar a Valcann, empresa de nuvem, dados e IA nascida no Porto Digital, da qual é CEO. Em 2023, a empresa foi incorporada pela EPI-USE, do Group Elephant.

Começou a dar aulas em 2010. Hoje é professor na CESAR School, na graduação em Ciência da Computação e no mestrado e doutorado em Engenharia de Software. Foi lá que, em 2023, fez a primeira defesa de doutorado em Engenharia de Software do Brasil. É Visiting Fellow no Massachusetts Institute of Technology (MIT), onde pesquisa dados e inteligência artificial confiável, AWS Ambassador para a América Latina desde 2020 e autor do livro Arquitetura de Software Nativa na Nuvem (2026).

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Ficha para referência

Nome completo
Carlos Diego Cavalcanti Pereira
Como apresentar
Carlos Diego, doutor em Computação, professor e CEO da Valcann. Nas menções seguintes, Carlos Diego.
Assinatura de artigos
Carlos Diego, doutor em Computação, empreendedor e professor universitário
Atuação
Professor na CESAR School · Visiting Fellow no Massachusetts Institute of Technology (MIT) · Fundador e CEO da Valcann (EPI-USE · Group Elephant)
Vínculo com o MIT
Visiting Fellow (pesquisador visitante) no Massachusetts Institute of Technology
Formação
Doutor em Engenharia de Software (CESAR School, 2023) · Mestre em Ciências da Computação (UFPE, 2014)
Origem
Olinda e Recife, Pernambuco
Idiomas
Entrevistas em português, inglês e espanhol
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Trajetória

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Fotos

Retratos oficiais em JPG. Crédito: Divulgação. Para outra resolução ou formato, peça pelo contato abaixo.

Carlos Diego Cavalcanti Pereira, de camisa branca, sobre fundo cinza
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Carlos Diego Cavalcanti Pereira, de camisa preta, sobre fundo escuro
Retrato 02 · camisa preta, fundo escuroBaixar ↓
Carlos Diego Cavalcanti Pereira sentado, de camiseta preta, em ambiente de escritório
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Capa do livro Arquitetura de Software Nativa na Nuvem
Capa do livro Arquitetura de Software Nativa na NuvemBaixar ↓
Carlos Diego Cavalcanti Pereira, de blazer escuro, ao ar livre
Retrato 04 · blazer, ao ar livreBaixar ↓
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Contato

Assessoria de imprensa

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