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SaaS Factory (A serie) · Parte 1 de 2

SaaS Factory — A Série: Práticas de Negócios SaaS 3.0 (Parte 1/2)

Neste post, falaremos sobre Práticas de Negócios SaaS 3.0: Construindo e Otimizando uma Empresa de SaaS Moderna.

2 min de leitura533 palavrasSeções: 2Imagens: 221 abr 2022

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Neste post, falaremos sobre Práticas de Negócios SaaS 3.0: Construindo e Otimizando uma Empresa de SaaS Moderna.

Modelo de Software como Serviço

O modelo de entrega de software como serviço (SaaS) está se tornando cada vez mais adotado pelas empresas, em especial, as startups. Os conceitos de go to market ASAP (ir ao mercado o mais cedo possível), exigem que o foco no produto seja integral. Neste contexto, a camada de infraestrutura e entrega do produto precisa considerar um amplo espectro de agilidade, inovação e eficiência operacional. E neste caminho, SaaS cria todas as novas vantagens competitivas para as empresas, abrindo novos oportunidades para expandir seus negócios, dado que a escalabilidade exponencial não será — necessariamente — um gargalo.

Para apoiar nessa jornada, o programa SaaS Factory da AWS propõe um modelo de práticas que busca orientar as empresas, tanto no que se refere aos padrões quanto as estratégias para transformar outros negócios em SaaS. O modelo ajuda as empresas a se prepararem para o transformação através de quatro fases, conforme apresentado a seguir.

O SaaS Factory apresenta um processo de trabalho dinâmico que não é necessariamente linear. É notório, porém, que quatro macro atividades invariavelmente irão compor o quadro geral: 1) Planejamento de negócio; 2) Estratégia de produto e trajetória de desenvolvimento; 3) Mínimo serviço viável (MVS); 4) Lançamento e go-to-market (GTM).

Perfil das empresas

Considerando a experiência de implementação do modelo, a AWS mapeou que as empresas que criam soluções de software como serviço normalmente se enquadram em quatro tipos diferentes de organizações. Naturalmente essa não é uma regra sem exceções, mas certamente a maior parte das empresas se encaixam em um destes perfis.

ToeDipper Software

Este perfil representa grandes empresas e de perfil conservador, as quais geralmente executam um produto legado que é prejudicado por uma tecnologia ou processo antigo, mas tem um mercado cativo e lucrativo. Esta empresa representa negócios maduros que muitas vezes têm um domínio firme em um mercado que gera receita significativa para os negócios, mas não exige SaaS de forma agressiva por razões industriais, regulamentares, geográficas ou culturais.

SurvivorTech

Este perfil de empresa representa as empresas que têm um produto, porém, observam seu mercado sendo corroído por concorrentes que usaram preço, agilidade ou eficiência de custos para ganhar o mercado.

UnicornExpress.com

Este perfil de empresa representa as empresas SaaS greenfield — com uma solução SaaS desenvolvida do zero — e que estão abrindo caminho para SaaS sem a bagagem de um ambiente legado existente.

New Horizons Software

A mudança de modelo para SaaS para este perfil de empresa é mais sobre como identificar e explorar alguns novos segmentos de mercado que não são atendidos por sua oferta existente. O foco aqui é usar a oportunidade para fazer esta mudança para uma nova oferta de SaaS que visa um conjunto de recursos e experiências que não fazem parte da oferta atual.

No próximo post, falaremos sobre como executar o processo de estratégia de negócios de um modelo SaaS, analisando cada uma das quatro macro atividades previstas no modelo do SaaS Factory.

SaaS Factory (A série) — Como construir soluções de Software como Serviço na AWS

Até lá! =)

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